apresentação

O Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes - MIAA está ainda em projeto, mas queremos e estamos a trabalhar para que seja uma realidade.

O concelho de Abrantes tem um museu que abriu portas em 1923. É o Museu D. Lopo de Almeida que se localiza na Igreja de Santa Maria do Castelo. Neste local têm sido mostradas as coleções municipais, mas o espaço apesar de muito bonito e de uma enorme valia patrimonial deixou de ser suficiente para ter as funções que hoje se exigem a um museu. Por isso, era urgente pensar num espaço novo, mais amplo e adaptado às necessidades dos novos tempos.

As coleções municipais, às quais se juntaram, em 2006, as doadas pela pintora Maria Lucília Moita e pelo escultor Charters de Almeida aguardavam por um novo espaço. E em 2007 o Sr. João Estrada disponibilizou a sua excecional coleção de Arqueologia e Arte, para ser mostrada a público. Do protocolo então assinado entre a Fundação Ernesto Lourenço Estrada, Filhos e a Câmara Municipal de Abrantes, nasceu o ambicioso projeto do Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes - MIAA.

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Em termos de vocação o MIAA será um museu interdisciplinar de Arqueologia, História e Arte, de abrangência local regional e internacional.
Todo o trabalho de organização do museu foi, desde o início, orientado para a estruturação de um polo de investigação, que se pretende rigoroso e aberto ao escrutínio académico.

Este museu constitui, na política da cidade de Abrantes, um fator central de identidade, diferenciação e atratividade capaz de aprofundar a competitividade da cidade e do território. Foi com esta certeza e esta responsabilidade que a Câmara Municipal de Abrantes quis, desde o início, constituir uma grande equipa para orientar este projeto. Esta é constituída, para além de um representante da Câmara Municipal e de um representante da Fundação Estrada, pelo Arquiteto Carrilho da Graça, que concebeu o projeto de arquitetura, pelo museólogo Fernando António Baptista Pereira e pelo arqueólogo Luiz Oosterbeek.

O processo para a criação do MIAA tem sido controverso, mas acreditamos nele e isso é fundamental para dar corpo a um projeto que tem todas as condições para vir a tornar-se um decisivo polo de desenvolvimento cultural, científico e social, um projeto estruturante para o desenvolvimento de Abrantes e da região.