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O Convento de S. Domingos, peça central do património edificado da cidade de Abrantes, procurava uma vocação e um destino. As coleções do Município, às quais se juntaram, em 2006, a de Maria Lucília Moita e de Charters de Almeida e ainda a de arqueologia e arte da Fundação Estrada, procuravam um local para serem oferecidas à cidade, às pessoas, à comunidade.
É a este bom encontro que se deve o projeto de criação do Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes.
Este museu irá ocupar o atual convento de S. Domingos que para isso irá sofrer obras de restauro e adaptação. Ao lado do convento foi projetado um novo edifício, uma torre que irá albergar uma grande parte da exposição permanente. O projeto é do Arquiteto Carrilho da Graça.
Dadas as dificuldades financeiras que o país atravessa, decidiu, a Câmara Municipal avançar para este projeto de forma faseada, avançando numa primeira fase para a requalificação do convento e instalação aí do MIAA numa versão mais reduzida. Numa segunda fase, se assim se entender, avançar-se-á para a construção do novo edifício.