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exposições realizadas

A história do Museu D. Lopo de Almeida
O Museu D. Lopo de Almeida, fundado em 1921, o sexto mais antigo museu de arqueologia e arte em Portugal. Começou por seguir a velha linha dos gabinetes de curiosidades, acumulando diversas peças relacionadas com a história de Abrantes, como se pode ver na fotografia. Nas últimas décadas, tem seguido uma linha mais educativa, com temáticas bem definidas. Nesta exposição, pretende-se dar a conhecer um pouco das suas principais coleções e história.

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O Homem e o território. 7000 Anos e estratégias de ocupação do território de Abrantes
Estratégia significa usar os meios à disposição para obter objetivos de acordo com as necessidades e os acontecimentos ocorrentes. O pensamento estratégico é o fator comum imutado que acompanha o homem ao longo da sua História, diretamente á capacidade do homem de se adaptar ao meio ambiente para alguns lados e, para outros, de adaptar o meio ambiente as suas necessidades: só há diferencias nas diversas aplicações ao longo do tempo, de acordo com diferentes necessidades e acontecimentos. Escolhas estratégicas foram feitas em respeito ao território de Abrantes desde do Neolítico até a Idade Moderna, em respeito ao uso do território, a exploração das matérias-primas, as exigências de defesa, aos eixos de comunicação, a produção de bens, ao simbolismo da posse da terra. A exposição permite uma viagem na construção da paisagem abrantina seguindo as estratégias dos antepassados, por meio da rica coleção do Museu Lopo de Almeida e de novas tecnologias ligadas a fotografia.

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8000 anos a transformar o barro - VI Antevisão do MIAA
A cerâmica é o primeiro produto obtido pelo Homem resultante de uma completa transformação química de uma matéria-prima. Como, quando, onde e porquê se iniciou a produzir cerâmica são perguntas complexas mas necessárias, para as quais só parcialmente os arqueólogos e os antropólogos podem dar algumas respostas.

No entanto, com o extraordinário acervo de arqueologia da Câmara Municipal de Abrantes e da Col. Estrada, é possível nesta VI Antevisão do M.I.A.A. conhecer melhor o dia-a-dia da nossa civilização recorrendo à cerâmica, desde as primeiras terracota da Pré-História até às faianças e porcelanas da Idade Moderna, passando pelas cerâmicas da Idade do Ferro, da Grécia Clássica e da Roma Antiga, numa história onde se cruzam tecnologia e arte, utilitarismo e simbolismo, transmissão de conhecimentos entre gerações de ceramistas e transmissão de ideologias entre culturas.

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2500 anos de armas e conflitos - V Antevisão do MIAA
Na História da Humanidade o conflito tem sido permanente.
Por motivos religiosos, étnicos, ideológicos, económicos, territoriais…
Defender e atacar faz parte da natureza humana.
Ontem como hoje, vencedores e vencidos medem-se, em grande parte, pela qualidade das armas que usam e, por isso, a evolução do armamento ofensivo e defensivo tem sido um dos motores da inovação tecnológica.

Muitas e variadas armas fazem parte do acervo do MIAA, algumas já foram mostradas em exposições anteriores. Nesta V Antevisão podemos ver capacetes, armaduras, couraças, canhões de sinalização, espadas, restos de balas outrora usadas no castelo de Abrantes…
Estas são algumas das peças que, nas coleções do MIAA, nos falam da guerra em várias regiões do mundo e ao longo dos últimos 2500 anos.

A decorrer entre 14 de junho e 31 de outubro.

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A Vida e a Morte na Pré-História do concelho de Abrantes
Conhecer o passado enriquece o presente e sem memória não há futuro.

Nos últimos 20 anos, muito trabalho de prospeção e algumas escavações arqueológicas, realizadas pelo Serviço de Arqueologia da Câmara Municipal, mostraram-nos uma riqueza arqueológica apenas adivinhada. Daí resultou, em 2009, a publicação da Carta Arqueológica do Concelho de Abrantes.

A par disso e mais recentemente, surgiram outros trabalhos científicos coordenados pelo Centro de Pré-História do Instituto Politécnico de Tomar.

A exposição que agora se apresenta resulta de uma parceria entre o Instituto Politécnico de Tomar e a Câmara Municipal de Abrantes. Este trabalho, coordenado pela Doutora Ana Cruz, foi feito no âmbito de um projeto de investigação Sistemas de Povoamento e Subsistência – Sequências Culturais na transição entre o Mesolítico e o Calcolítico no Ribatejo.

O que aqui se apresenta é um ponto de chegada, mas também ponto de partida, quer para novos estudos científicos, quer para a apropriação do conhecimento sobre o nosso passado longínquo.

A decorrer entre 15 de dezembro e 15 de maio de 2013.

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Antevisão IV - MIAA
EM PEDRA: lascar, polir, gravar, esculpir…

A pedra é a matéria prima mais antiga, mais abundante e mais perene.
Por isso, em todas as épocas e em todos os lugares o Homem usou a pedra para fazer objetos - de uso comum, de adorno, de culto…
para fazer construções – casas, castelos, pontes, catedrais…

A pedra é tema da IV exposição de Antevisão do MIAA, onde se apresenta uma seleção cuidada de objetos, em pedra, das várias coleções que compõem o MIAA: arte sacra e arqueologia da coleção do Museu D. Lopo de Almeida, objetos diversos da Coleção Estrada, um relógio de sol de Charters de Almeida e pinturas de pedras e muros tão do gosto de Maria Lucília Moita.
Esta IV Antevisão permite-nos, mais uma vez, olhar para dentro das coleções do MIAA e, antever um pouco do futuro museu.

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O Azulejo em Abrantes. Um percurso de 5 séculos
A decorrer na Igreja de Santa Maria, no Castelo até ao dia 15 de Maio.

No início do séc. XVI os primeiros azulejos chegaram a Abrantes. Em 1503 D. Jorge de Almeida fez uma encomenda a uma oficina de Sevilha e os azulejos cobriram toda a capela mor da Igreja de Santa Maria do Castelo. É o chamada azulejo de importação hispano-mourisco, são ainda as técnicas de azulejaria arcaica.
Mas em Portugal o gosto pelo azulejo não parou de crescer. E no século XVII iniciou-se a produção nacional. Primeiro no interior de templos e palácios e, mais tarde, nas fachadas, o azulejo tornou-se uma arte verdadeiramente nacional.
Em Abrantes, ainda in situ, temos muitos testemunhos dessa arte. Noutros casos chegaram-nos apenas raros exemplares retirados de edifícios que também desapareceram.
É um pouco desse percurso que quisemos trazer para esta exposição.

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Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes – Antevisão III
10 de Junho a 31 de Dezembro de 2011

Na terceira exposição de antevisão do MIAA mostramos mais um pouco das suas colecções.
Damos, nesta exposição, um particular relevo às colecções da Câmara Municipal que irão integrar o MIAA. Como é que o homem ocupou o território que hoje habitamos? Que objectos nos deixou? Como é que esses objectos se ligam com as peças da Colecção Estrada?
Da Colecção Estrada mostramos, essencialmente, bronzes. Bronzes nas suas diversas utilizações – o bronze decorativo, o bronze utilitário e o bronze figurativo, com uma interessante evolução da figura humana.
De bronze são também os três trabalhos de Charters de Almeida aqui apresentados, numa relação passado presente, em que os materiais e, muitas vezes, as formas se repetem.
Nesta exposição a figura humana é também o núcleo central da pintura de Maria Lucília Moita. Foram seleccionados, essencialmente, retratos que são uma marca forte da pintora.

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Charters de Almeida – uma antologia
De 18 de Maio a 24 de Junho de 2011

Inaugurada no dia 18 de Maio, esta uma exposição onde podemos ver um pouco do longo percurso escultórico de Charters de Almeida - as esculturas em bronze da 1.ª fase, os relógios de sol, os diedros em expansão e as cidades imaginárias, são diferentes tempos e formulações, assim como distintos materiais através dos quais se foi desenhando um diálogo criativo profundamente original entre a inteligência e a emoção do fazer e do acto de projectar face às inquietações suscitadas pelas incessantes mudanças da nossa época – é este o percurso do artista.
As obras de Charters de Almeida enchem de formas e cor o espaço harmonioso da Galeria Municipal de Arte de Abrantes. Estas são algumas das obras doadas pelo escultor à Câmara Municipal de Abrantes e que irão integrar o futuro MIAA, na sua vertente de arte contemporânea.

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Memória dos sítios nas colecções do Museu Dom Lopo de Almeida
De 15 de Dezembro de 2010 a 20 de Maio de 2011

Embora não directamente integrada no plano de actividades do MIAA, mas com ele relacionado está patente no Museu Dom Lopo de Almeida, a exposição Memória dos sítios nas colecções do Museu Dom Lopo de Almeida.

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Esta exposição é um percurso por alguns sítios do concelho de Abrantes. Desaparecidos uns, modificados ou alterados na sua função, outros, são lugares que nos deixaram como marcas os objectos expostos.
A exposição divide-se em três núcleos: o núcleo do sagrado, onde são expostos para além de algumas esculturas de arte sacra, paramentos, objectos de culto e tecidos provenientes das nossas igrejas e conventos, entretanto desaparecidos.
Um segundo núcleo traz a memória de um lugar do concelho, um sítio arqueológico datado da Pré-História recente e onde a passagem do homem ficou assinalada por inúmeros objectos de pedra e cerâmica.
Um terceiro núcleo mostra-nos a memória de um sítio no castelo de Abrantes. De uma escavação arqueológica feita entre 1985 numa das salas do Palácio dos Governadores saíram muitas marcas de um passado mais ou menos recente, a revelar sobretudo uma ocupação contínua do lugar.

Estes objectos, alguns nunca antes expostos, irão integrar o acervo do futuro MIAA.


Antevisão do Museu Ibérico de Arqueologia e Arte - Antevisão I
De 14 de Junho a 30 de Novembro de 2009

Antevisão do Museu Ibérico de Arqueologia e Arte - Antevisão I
De 14 de Junho a 30 de Outubro de 2010

O Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes ainda não tem um edifício sede, mas tem um grande acervo. Para mostrar as colecções do futuro MIAA foram feitas, em 2009 e 2010, duas exposições de Antevisão do Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes

Realizadas no Museu Dom Lopo de Almeida, Igreja de Santa Maria do Castelo, inauguraram ambas no dia 14 de Junho e fizeram parte integrante das cerimónias oficiais do Dia da Cidade.

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A Antevisão I dava um especial relevo ao projecto de arquitectura, da autoria do Arqº Carrilho da Graça e fazia uma apresentação breve do acervo das várias colecções do futuro MIAA.

A Antevisão II centrava-se essencialmente nas colecções, com especial relevância para o núcleo de armaria peninsular da Idade do Ferro, cerâmica grega, vidraria romana e ourivesaria grega e romana.

Com o intuito de divulgar o mais possível estas exposições, houve várias actividades, com destaque para as visitas guiadas, em particular à Antevisão II, em que para além das visitas destinadas a públicos específicos, houve uma visita guiada todos as 5ª feiras às 21.30 h para o público em geral.