colecções




colecções e conceito

O MIAA conta com coleções de arqueologia, mas também de arte, que se estendem desde os tempos Pré-Históricos até à Época Contemporânea, tanto de origem local, regional e nacional:
- Coleção Municipal sobretudo Arte Sacra em pedra, madeira e terracota (dos séc. XV ao XVIII) e uma interessante coleção de objetos arqueológicos provenientes de escavações arqueológicas feitas no território do concelho;
- Coleção Estrada, uma coleção reunida por um colecionador privado, o Sr. João Estrada e que, em protocolo assinado em 2007, a disponibilizou para ser mostrada a público. Esta coleção constituída por cerca de 5000 entradas de catálogo já inventariadas está a ser alvo de estudo;

- Coleção de escultura contemporânea de Charters de Almeida, doada ao município de Abrantes, por protocolo assinado em 2006 e reforçado com nova doação em 2011.
- Coleção Maria Lucília Moita, a pintora entretanto falecida, doou em vida, por protocolo assinado em 2006 uma parte significativa da sua obra.
Estas coleções poderão e deverão ser enriquecidas com outros depósitos, doações ou aquisições, de particulares ou de entidades locais, de acordo com a política de incorporações que vier a ser definida pelo museu.

O museu será instalado num edifício que é propriedade da edilidade, o antigo convento de S. Domingos de Abrantes. Esse edifício deverá, para esse fim, sofrer obras de recuperação e de adaptação, envolvendo também uma significativa ampliação. O projeto foi confiado ao Ateliê JLCG, chefiado pelo Arquiteto João Luís Carrilho da Graça.

O MIAA não se limitará a ser um importante polo expositivo de uma coleção que será, a vários títulos, de referência. Pretende ainda integrar um Centro de Investigação que irá aprofundar o estudo material, simbólico e contextual das suas coleções, promover novas exposições e estabelecer parcerias para projetos de investigação com universidades, autarquias e outros museus.

Em suma, o MIAA tem todas as condições para vir a tornar-se um decisivo polo de desenvolvimento cultural, científico e social no interior do país, invertendo a tendência de concentração dos equipamentos e das oportunidades na faixa litoral do território e nos grandes centros que aí se encontram.

Beneficiará, também, dos bons acessos de que já dispõe a Cidade de Abrantes e da ligação próxima com centros monumentais, turísticos e religiosos de referência que atraem grandes fluxos de visitantes como são Tomar, Fátima, Batalha, Alcobaça ou mesmo Santarém, criando novas centralidades e novas dinâmicas de desenvolvimento sustentado e, em especial, novas rotas de turismo cultural.